domingo, 4 de abril de 2010

Metáforas do amor


O amor é o símbolo do ‘eu’ expresso na metáfora da paixão.

O amor é a aplicação bruta da química humana, declarado pela actividade hormonal.

O amor é a capitulação da resistência humana.

O amor é a oferenda mais egoísta que fazemos.

O amor é a encriptação das emoções.

O amor é uma chave. È uma busca permanente pelo par correcto.

O amor é o confronto entre o consciente e o inconsciente, a imponência do insconsciente em busca da verdade consciente.

O amor é a discórdia imortal que leva à irracionalidade do ser.




O amor é.. o amor é aquilo que cada um define, que caracteriza. É o conceito mais abstracto observado pelo dicionário humano. È a problemática da consequência indefinida. È o alfa de cada expressão primitiva, é o ómega da petrificação humana.

Por mais mecânicos e cabalistas que sejamos, o amor é o desenlace do oculto e do causal, é o visível do invisível de cada ser presente neste pedaço de terra, a contornar sobre um eixo imaginário.



PS: Este post é dedicado aos adversários do Amor, aqueles que já perderam muitas batalhas mas ainda não sabem que lhes está reservado o triunfo final.


A ti, meu caro.

Nomina sunt odiosa

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