
O amor é o símbolo do ‘eu’ expresso na metáfora da paixão.
O amor é a aplicação bruta da química humana, declarado pela actividade hormonal.
O amor é a capitulação da resistência humana.
O amor é a oferenda mais egoísta que fazemos.
O amor é a encriptação das emoções.
O amor é uma chave. È uma busca permanente pelo par correcto.
O amor é o confronto entre o consciente e o inconsciente, a imponência do insconsciente em busca da verdade consciente.
O amor é a discórdia imortal que leva à irracionalidade do ser.
O amor é.. o amor é aquilo que cada um define, que caracteriza. É o conceito mais abstracto observado pelo dicionário humano. È a problemática da consequência indefinida. È o alfa de cada expressão primitiva, é o ómega da petrificação humana.
Por mais mecânicos e cabalistas que sejamos, o amor é o desenlace do oculto e do causal, é o visível do invisível de cada ser presente neste pedaço de terra, a contornar sobre um eixo imaginário.
PS: Este post é dedicado aos adversários do Amor, aqueles que já perderam muitas batalhas mas ainda não sabem que lhes está reservado o triunfo final.
A ti, meu caro.
