Somos dois sopros em mutação,
perdidos na mesma direcção.
Precipitou o fogo eterno dos humanos
latente no respirar hostil do Natal.
(in)Feliz a criatura dos seus dezoito anos,
que não soubera acautelar-se do veneno fatal.
A inocência vociferou, como vulcão adormecido.
Enquanto se assistia ao nascer da dependência,
a razão converteu-se em objecto desconhecido,
o coração assumiu o controlo da demência.
Em coração doente, não há como o curar.
O eterno filósofo recomendava um novo amor,
conselho esse ténue como linha de um tear
Sem presente, sem futuro, sem sonho. Só dor.
PS: A escrita deste elemento será ela própria uma caminhada, será um elemento redigido aos poucos, tal como esta história aconteceu.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Carta despedida
Esta é a tua. Não vou extravasar palavras. Não vou crispar sentimentos.
Vou apenas escrever "Adeus".
Vou apenas escrever "Adeus".
terça-feira, 5 de abril de 2011
Expirar, Inspirar, Crispar
sexta-feira, 1 de abril de 2011
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